A gente cansou de tomar decisão de mídia no escuro. Ou a planilha mentia, ou o pixel mentia. Decidimos resolver de uma vez.
Nicolas Oliveira CEO & Cofundador
A frustração que virou produto.
Antes da Raposa existir, Nicolas e Felipe já cruzavam caminhos no mercado de performance. Eram noites trocando mensagens sobre a mesma dor: por que, depois de tanta tecnologia disponível, ainda era tão difícil saber qual canal estava entregando, de fato, a venda?
Cada plataforma reportava um número diferente. O Meta dizia que tinha gerado 100 conversões. O Google, mais 80. O CRM mostrava 90 vendas reais. Algo, em algum lugar, sempre estava mentindo — e o time pagava a conta com decisões erradas, verba mal alocada e clientes desconfiados.
Assista à história completa por trás da Raposa.
Em uma conversa íntima, Nicolas e Felipe contam como a Raposa nasceu, os primeiros desafios técnicos, os pivôs e a obsessão por construir a plataforma de atribuição mais precisa do Brasil.
Engenharia e operação, no mesmo lado da mesa.
Nicolas vinha do mundo da operação: tinha gerido milhões em mídia paga, montado equipes de tráfego e visto, na pele, o que acontece quando uma decisão de R$ 50 mil é tomada em cima de um dashboard quebrado. Felipe, por sua vez, mergulhava na engenharia de dados — um perfil raro, capaz de transitar entre arquitetura de eventos, modelagem first-party e produto.
Quando os dois sentaram, em 2023, a equação ficou clara: faltava no mercado uma plataforma que entendesse, ao mesmo tempo, a linguagem de quem opera anúncios e a engenharia necessária para tratar dados em escala. Não bastava colocar gráficos bonitos. Era preciso reconstruir a base.
Não queríamos mais um dashboard. Queríamos a verdade — a mesma verdade que o financeiro vê no fim do mês.
Felipe Fragiorgis CTO & Cofundador
De um notebook a um produto em produção.
Os primeiros meses foram de obsessão técnica. Felipe escreveu o primeiro pipeline de eventos em uma maratona de fim de semana. Nicolas chamou as primeiras 10 operações que confiavam a ponto de testar uma versão alpha bruta — sem onboarding, sem documentação, com o time atendendo no WhatsApp.
Cada bug virava aprendizado. Cada cliente respondia o que faltava. Em 90 dias, o que era um script virou uma plataforma com integrações nativas a Meta Ads, Google Ads, TikTok, CRMs e checkouts. E, mais importante: começou a entregar números que batiam com o financeiro.
A linha do tempo da Raposa.
De uma conversa de mensagem trocada de madrugada à plataforma de atribuição cross-channel preferida do Brasil — em três anos, várias decisões pequenas, certas e difíceis.
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2023 · Q2
O primeiro protótipo
Felipe constrói o primeiro pipeline de eventos server-side. Nicolas valida com 3 operações reais.
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2024 · Q1
TraceIQ entra em alpha
O motor de atribuição first-party começa a processar eventos em tempo real. Primeiros clientes pagantes.
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2024 · Q4
Primeiras 100 operações
Atribuição cross-channel sai do beta. Integrações com Meta, Google, TikTok e principais CRMs.
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2025 · Q3
1,000+ operações
A Raposa se torna referência em atribuição entre agências, e-commerces e infoprodutos no Brasil.
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2026 · Hoje
Plataforma completa
Atribuição, automações, AI Insights e TraceIQ integrados — a base de uma operação de marketing moderna.
A Raposa é, e sempre será, um produto de operadores.
A Raposa não nasceu em um pitch deck. Nasceu da frustração de quem operava mídia todo dia. É essa lente — a do operador que precisa decidir agora — que continua guiando cada decisão de produto. Quando dois fundadores constroem um software que eles próprios queriam usar, o resto do mercado costuma sentir a diferença.
Hoje, a Raposa atende mais de 1,200 operações ativas e cresce todo mês. Mas, internamente, a régua continua a mesma do primeiro dia: se a métrica não bate com o financeiro, ela não vale.